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  VACINA

Entenda como funciona a combinação de vacinas

Em Petrópolis quase 400 idosos tomaram a dose de reforço 

Foto:Pixbay

Priscila Torquato – especial para o Diário

O município começou a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19. Nesta primeira etapa, idosos institucionalizados com mais de 70 anos e idosos em geral com mais de 90 anos fazem parte do público-alvo. Segundo o boletim divulgado diariamente pela Secretaria de Saúde (SAS), nesta segunda-feira (13), 383 idosos aptos receberam a dose de reforço do imunizante. “A dose de reforço é indicada para os idosos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses”, informou a prefeitura.

A vacinação deste grupo está em andamento em  dois pontos: campus da UCP na Rua Benjamim Constant, no Centro; e Parque Municipal em Itaipava - sempre das 9h às 16h. Neste caso, não é necessário agendamento: basta que o idoso retorne ao local onde recebeu as doses anteriores e apresente o cartão de vacinação, CPF e documento pessoal com foto. “É importante que os idosos ou as pessoas próximas, que cuidam daqueles que têm alguma dificuldade estejam atentos e verifiquem o cartão de vacinação para saber se já estão aptos a receber a dose de reforço. A apresentação do comprovante de vacinação com registro das doses anteriores é obrigatória”, destacou a SAS.

Intercambialidade de imunizantes

Para a dose de reforço não existe a obrigatoriedade de aplicação do mesmo imunizante das outras duas doses. Uma Nota Técnica editada pelo Ministério da Saúde estipulou combinações possíveis dentro das opções de vacinas disponíveis no Brasil. Hoje, o país conta quatro vacinas contra a doença que já receberam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso: CoronaVac, vacina do Butantan produzida em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac, e os imunizantes das empresas AstraZeneca, Pfizer e Janssen.

Segundo a SAS, a orientação recebida pelo MS é utilizar uma vacina diferente da aplicada na primeira e segunda doses. E para isso criou uma série de combinações de fabricantes que devem ser seguidas pelos municípios de todo o país.

Se a primeira e segunda dose forem da  Coronavac, a indicação é que a dose de reforço utilize a vacina da Pfizer ou Astrazeneca;

Se a primeira e segunda dose forem AstraZeneca, o reforço deve ser feito com a Pfizer ou a Coronavac;

Primeira e segunda dose da Pfizer, a recomendação é aplicar a dose de reforço com AstraZeneca ou Coronavac;

E no caso de dose única da Janssen, a dose de reforço pode ser da Pfizer ou Coronavac.

“O município, no momento, tem todas as vacinas, sendo a aplicação destas organizada de maneira a atender os públicos específicos, seguindo as normas técnicas”, pontua a SAS.



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